Neto de Lula não morreu de meningite, diz laudo

da ANSA

A Prefeitura de Santo André divulgou nesta segunda-feira (1º) que Arthur Araújo Lula da Silva, neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não morreu de meningite meningocócica, como havia sido anunciado pelo Hospital Bartira.

De acordo com o comunicado, Arthur, de sete anos, deu entrada no centro de saúde com “cefaleia [dor de cabeça], febre, mialgia [dor muscular], exantema, cianose, náuseas e dores abdominais”, sintomas compatíveis com a doença. Um exame de líquor realizado no dia do falecimento, em 1º de março, no entanto, não detectou a bactéria.

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“Em face dessa constatação, na mesma data, a Secretaria de Saúde de Santo André, por meio do Departamento de Vigilância à Saúde, encaminhou as amostras de sangue e líquor coletadas no hospital para análise e confirmação do Instituto Adolfo Lutz, que normalmente emite os resultados no prazo de 15 a 30 dias”, diz a nota.

“As investigações foram finalizadas pela Secretaria de Saúde de Santo André, por intermédio do Departamento de Vigilância à Saúde, e segundo os resultados dos exames realizados pelo Instituto Adolfo Lutz, foram descartadas: meningite, meningite meningocócica e meningococcemia”, acrescenta.

O comunicado não diz qual foi a real causa da morte e ressalta que a divulgação de informações adicionais depende de “autorização expressa da família da criança”. Segundo o Instituto Lula, no entanto, Arthur morreu em função de uma “infecção generalizada provocada pela bactéria Staphylococcus aureus”.

A morte gerou uma corrida em busca da vacina contra a meningite bacteriana, e o enterro foi acompanhado por Lula, em sua primeira saída da cadeia em quase um ano sem ser para prestar depoimento. 

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