Blumenau terá nova tarifa de ônibus a partir de 10 de dezembro

Na tarde desta quinta-feira (28), foi aprovada a alteração na legislação do transporte coletivo de Blumenau, incluindo a modalidade de tarifa embarcada, por meio da lei aprovada pela Câmara Municipal de Vereadores.

Com a medida será possível fixar como tarifa comum o valor exato da tarifa técnica indicada pela Agência Intermunicipal de Regulação do Médio Vale do Itajaí (AGIR), ficando a tarifa embarcada exclusiva para eventuais arredondamentos do reajuste. Com isso, o reajuste tarifário deste ano mantém a tarifa em R$ 4,28 para recarga antecipada e arredonda para R$ 4,30 a tarifa embarcada. 

O reajuste passará a valer 10 dias após a fixação da nova tarifa nos veículos da frota do transporte coletivo, programada para ocorrer no próximo sábado (30).

Medidas geram economia

Os estudos da AGIR apontam que a tarifa técnica calculada pela agência seria de R$ 4,33 (com o arredondamento ficando em R$ 4,35), mas as medidas adotadas pelo Seterb ao longo de 2019, permitiram uma economia de R$ 0,05, passando para os atuais R$ 4,28.

Os estudos ainda mostram que um dos fatores principais para o reajuste na passagem foram os aumentos dos preços de combustíveis ocorridos entre os meses de setembro e outubro.

O secretário Municipal de Trânsito e Transportes, Éder Boron, destaca o reajuste tarifário abaixo da inflação. “Tivemos um reajuste na tarifa de 1,90% enquanto a inflação ficou em 2,55%. Isso nos mostra que estamos no caminho certo, para que as medidas adotadas pela secretaria auxiliem na diminuição do impacto da tarifa para a população”, comenta.

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Somente entre novembro de 2018 e outubro deste ano, período base para cálculo do reajuste tarifário, a pasta fez diversos ajustes de itinerários e horários nas linhas que fazem parte do sistema de transporte coletivo da cidade. Com isso, diversas linhas tiveram aglutinação de trajeto, inclusão e exclusão de horários e/ou prolongamentos de viagens com base nos dados apontados no Índice de Passageiros por Quilômetro Equivalente (IPKe), que aponta o total de passageiros pagantes transportados a cada quilômetro do ônibus em operação no sistema.

Com essas medidas, somadas aos horários diferenciados durante o fim de ano, férias escolares e feriados prolongados, a frota deixou de rodar 340 mil quilômetros, trazendo assim uma economia ao sistema e impactando diretamente no reajuste tarifário.


Foto: Eraldo Schnaider / PMB

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